A Justiça Eleitoral de São Paulo determinou restrições ao empresário e influenciador Pablo Marçal, incluindo a proibição de frequentar bares, boates e casas de prostituição pelo período de dois anos. A medida faz parte de um acordo firmado para suspender uma ação penal relacionada à divulgação de um documento falso durante a campanha eleitoral de 2024.
A decisão foi homologada pela Justiça após proposta do Ministério Público Eleitoral, no âmbito de um processo que investiga a circulação de um suposto laudo médico atribuído ao então candidato adversário Guilherme Boulos.
Condições do acordo
Para obter a suspensão do processo, Marçal aceitou cumprir uma série de medidas durante o período estabelecido pela Justiça. Entre elas:
- Proibição de frequentar bares, boates e casas de prostituição por dois anos;
- Comparecimento periódico em juízo para informar suas atividades;
- Restrição para se ausentar da comarca sem autorização judicial;
- Pagamento de valor destinado a entidades sociais.
Caso as condições não sejam cumpridas, o processo poderá ser retomado.
A suspensão do processo não implica absolvição, mas estabelece condições que, se cumpridas integralmente, podem encerrar a ação penal.
Contexto da investigação
O caso teve origem na divulgação de um documento considerado falso durante a disputa eleitoral municipal de 2024. A investigação apontou que o material associava o adversário político ao uso de drogas, o que foi posteriormente contestado por perícia.
Marçal também responde a outros processos eleitorais relacionados à campanha daquele ano, incluindo decisões que discutem o uso de meios digitais e estratégias de divulgação de conteúdo.
Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.
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